Zermatt não permite carros de combustão. Para os hóspedes UHNW, essa única regra reconfigura toda a chegada — e é exatamente aí que um grande operador conquista o seu lugar. É assim que conduzimos a localidade do Matterhorn.
A estrada termina em Täsch, cinco quilómetros abaixo da localidade. A partir de Genebra ou Zurique, o nosso motorista leva-o ao terminal de Täsch; a partir daí, a transferência para Zermatt faz-se de comboio, táxi elétrico ou shuttle do hotel — tudo previamente organizado, com a bagagem tratada de ponta a ponta.
A passagem em Täsch
Para quem chega por via aérea, um helicóptero de Sion ou Berna aterra no heliporto de Zermatt em minutos, se o tempo o permitir. Mantemos sempre o plano terrestre via Täsch em paralelo.
Dentro da localidade, veículos elétricos e um motorista de prontidão mantêm o ritmo — jantares tardios, primeiros teleféricos para o Gornergrat ou o Klein Matterhorn, tudo sem uma única espera ao frio.
A localidade, selecionada
O nosso concierge mantém protocolos de chegada com o Mont Cervin Palace, o Riffelalp Resort e os principais chalés privados — endereços ski-in onde o equipamento, os passes e um guia são organizados antes de aterrar.
Uma mesa à altitude certa, um jantar privado num iglu, um nascer do sol no Gornergrat — a semana é construída em torno da montanha e da família, e não do horário.
O círculo restrito
A carta discreta
Uma vez por mês, uma breve carta da nossa concierge: novos destinos, oportunidades fora de época e itinerários que de outro modo reservaríamos a clientes habituais. Sem marketing, sem ruído, nunca.
Discrição em altitude
O encanto de Zermatt é a sua exclusividade discreta. Os nossos motoristas e condutores de segurança trabalham para a preservar — discretos, instruídos, e presentes apenas onde necessário.
O Matterhorn tem sido observado durante um século. O nosso papel é garantir que, durante uma semana, ninguém o observa a si.

