Nova Iorque move-se de forma diferente para os clientes de exceção. As filas de táxi do JFK não existem no seu universo. Teterboro fica a quarenta minutos da Park Avenue. O The Mark liga antes de as rodas tocarem o solo. É assim que conduzimos uma semana UHNW pelos cinco bairros a partir de uma central suíça.
Noventa por cento dos nossos clientes de Nova Iorque voam para Teterboro em aviação privada. Do toque das rodas ao The Mark ou ao The Carlyle em 35 minutos pelo Lincoln Tunnel, escoltados por um Cadillac Escalade ESV preto ou por um Mercedes-Maybach S680 com vidro de privacidade na cabina traseira. O nosso oficial de protocolo recebe à porta da aeronave, trata da Alfândega dos EUA na via dedicada do FBO e entrega os clientes ao carro sem atravessar um terminal público.
Chegada — Teterboro, não JFK
Para chegadas comerciais — JFK Terminal 4 (Emirates, Etihad), JFK Terminal 1 (Air France, Lufthansa First) ou Newark Terminal B (United Polaris) — posicionamo-nos junto à ponte de embarque com passagem rápida VIP e contornamos a imigração através do serviço Reserve. O carro aguarda à beira do passeio, nunca na fila de táxis pública.
Orçamento de tempo do toque das rodas à suíte do hotel: 35-50 minutos em Teterboro, 60-80 minutos no JFK, 70-90 minutos em Newark. Informamos a receção 24 horas antes para que a chave da suíte esteja na mão do nosso motorista à chegada.
A semana — Hotéis, restaurantes, as regras de acesso
Os hotéis com que trabalhamos diariamente: o The Mark (UES, o Birkin dos hotéis de Nova Iorque), o The Carlyle (instituição da Madison Avenue), o Aman New York (Crown Building, o novo padrão), o The Pierre (vistas para o Central Park), o The Lowell (o mais discreto, estilo residência). Cada um tem um gestor de relação que responde às nossas mensagens em minutos.
Restaurantes que exigem reserva com mais de 30 dias de antecedência — Carbone, Le Bernardin, Eleven Madison Park, Daniel — mantemos relações ao nível do maître d'hôtel. O acesso no próprio dia é possível, mas não garantido; trabalhamos o canal e fazemos o acompanhamento. Para salas privadas, seis semanas de antecedência no Carbone, duas semanas no Daniel.
O círculo restrito
A carta discreta
Uma vez por mês, uma breve carta da nossa concierge: novos destinos, oportunidades fora de época e itinerários que de outro modo reservaríamos a clientes habituais. Sem marketing, sem ruído, nunca.
Fim de semana nos Hamptons — a fuga de sexta-feira
Do Memorial Day ao Labor Day, o trânsito de sexta-feira à tarde de Manhattan para os Hamptons na Long Island Expressway é genuinamente brutal. Duas soluções viáveis: helicóptero (Blade ou HeliFlite, 38 minutos do heliporto de Manhattan a East Hampton, 4 000-7 000 dólares por trajeto) com o nosso Escalade à espera no heliporto dos Hamptons; ou uma partida de carro às 03:30 (transfer de 3h15 com zero trânsito). Fazemos ambos, semanalmente, consoante a agenda e o tempo.
De meados de julho a meados de agosto é o pico — pessoal de casa já em residência, festas de sexta a domingo, regresso a Manhattan na tarde de segunda-feira. Mantemos dois Escalade ESV e um Maybach para a época, com motoristas que sabem que credenciais os portões de segurança de Sag Harbor aceitam. O regresso no próprio dia a Teterboro está incluído no bloco de fim de semana.

