Todos os meses de julho, as margens do Lago Lemano acolhem o Montreux Jazz Festival — duas semanas de atuações lendárias numa Riviera que enche por completo. Tanto para os hóspedes VIP como para os artistas, a diferença entre o caos e a graça está na operação nos bastidores.
Montreux fica a uma hora do Aeroporto de Genebra ao longo do lago. Durante o festival, as estradas e o estacionamento da cidade saturam; as chegadas têm de ser cronometradas e encaminhadas com cuidado. Pré-posicionamos veículos e dominamos os pontos de acesso que o público nunca vê.
Entrar, e sair
Para os artistas e clientes, um helicóptero de Genebra à Riviera transforma uma viagem congestionada num voo curto, com um motorista à espera no heliponto — coordenado num único itinerário.
Entre o Auditorium Stravinski, o Lab e a frente de lago, um motorista de prontidão mantém um VIP em movimento entre concertos, jantares e o after-hours sem tocar numa multidão.
A semana em redor da música
Mantemos protocolos de chegada com o Fairmont Le Montreux Palace e os endereços à beira-lago de Lutry a Villeneuve — para uma mesa tardia após um espetáculo, uma manhã tranquila sobre a água, ou uma escapada de um dia às vinhas de Lavaux.
Para quem trata o festival como a peça central de uma semana de verão suíço, construímos o itinerário completo: noites em Montreux, dias em Genebra, um segmento seguinte para Gstaad ou os Alpes.
O círculo restrito
A carta discreta
Uma vez por mês, uma breve carta da nossa concierge: novos destinos, oportunidades fora de época e itinerários que de outro modo reservaríamos a clientes habituais. Sem marketing, sem ruído, nunca.
Discrição numa multidão
Um festival é, por definição, público. Manter um hóspede de alto perfil privado dentro dele é uma operação — veículos sem identificação, condução de segurança onde necessário, e rotas que evitam as objetivas.
Montreux acolheu lendas durante meio século. O nosso papel é simples: garantir que a única coisa de que os nossos clientes se recordam é a música.

